Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de
Ensino de Presidente Prudente e Região

NOTÍCIAS DO DIA
Greve da Educação pode marcar novo momento, ações do ensino superior privado sobem, abolição da escravidão: a história ignorada, e mais.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

O programa da semana da TV Fepesp: ’15 de Maio – A reação à Reforma da Previdência e ao desmanche na Educação’ está aqui: https://youtu.be/1mjsYfmUEwQ

 

 

 

Greve da Educação marca o fim da “ lua de mel”
Valor Econômico; 13/05
http://encurtador.com.br/tEGI3

Um dia de paralisação e protestos do setor de educação, marcado para esta quarta-feira (15), deverá ser o primeiro grande teste do governo Jair Bolsonaro nas ruas. Analistas avaliam que a greve marca o fim do período de “lua de mel” do novo governo após as eleições e poderá abrir as portas para mobilizações de outras categorias, em meio à fraqueza da economia e à perda de popularidade do presidente. A paralisação também deverá servir de termômetro para a greve geral contra a reforma da Previdência, convocada para 14 de junho.

 

Professores de São Paulo se mobilizam 
para greve nacional dia 15 de maio

Agência Sindical; 10/05
http://bit.ly/2HhcfVM

No dia 15 de maio professores e profissionais da educação preparam uma paralisação nacional.  As Confederações – CNTE e CONTEE – e Federações, muitos Sindicatos, dos setores público e privado estão engajados. A greve é um alerta pela garantia das aposentadorias, defesa da Educação de qualidade e a fim de assegurar direitos em acordos e Convenções Coletivas. Mobilizações já ocorrem em todos os Estados, dando peso às palavras de ordem como “defesa da educação, ciência e tecnologia públicas e da liberdade de ensinar e de aprender”, “contra a reforma da Previdência” e “pela greve geral nacional”. Em São Paulo, dia 15, haverá ato unificado no vão do Masp (avenida Paulista), às 14 horas.

 


Comunidades acadêmicas conclamam sociedade 
a lutar pela educação

Rede Brasil Atual; 10/05
http://bit.ly/2PZyjXK

Entidades representativas de estudantes, professores, técnicos e administrativos do ensino médio, técnico, superior e da pós-graduação divulgaram na tarde de hoje (10) carta aberta em que pedem a adesão da sociedade na luta contra os ataques do governo de Jair Bolsonaro (PSL) e em defesa da educação pública. No documento, os signatários destacam os cortes no orçamento das universidades, institutos federais e escolas de aplicação; os ataques às ciências humanas e sociais, na filosofia e sociologia, com a justificativa de que essas áreas não dão retorno imediato, nem melhorias para a sociedade; a agressão à gestão democrática e à autonomia das escolas por meio da militarização escolar; e a “inoperância inescrupulosa do Ministério da Educação”, que afeta a qualidade do atendimento público nas escolas, institutos federais e universidades, entre outros retrocessos.

 

Sinpaae Ribeirão Preto: 15 de maio
Sinpaae RP; 12/05
http://bit.ly/2Q0Q1do

 

 

Confira esta e outras charges no facebook da Federação: http://bit.ly/2Ho16kX
Ou através do nosso site: http://bit.ly/2HvT9vP

 

 


Ser Educacional divulga resultados e mira futuro sem Fies
Exame; 10/05
http://bit.ly/2E4PUso

Surfando um momento de otimismo na bolsa após a compra da rede de faculdades UniNorte, maior da região Norte, o grupo Ser Educacional divulga os resultados de seu primeiro trimestre do ano nesta sexta-feira, 10. Desde a compra da concorrente, firmada em 16 de abril, as ações valorizaram 16%, a 23,49 reais. A Ser fechou o último mês em alta de 7%, uma das maiores dentre as empresas listadas no Ibovespa.

 

Por que as ações do setor de educação subiram em bloco?
Seu Dinheiro; 10/05
http://bit.ly/2vWv4as

O Ibovespa se manteve em terreno negativo desde o início do pregão nesta sexta-feira (10), pressionado pela cautela global envolvendo as negociações comerciais entre Estados Unidos e China. Mas um setor específico foi na contramão e despontou entre as maiores altas da bolsa: o das empresas de educação. Os papéis ON da Kroton (KROT3), por exemplo, fecharam em alta de 5,1%, a R$ 10,10, e apresentaram o melhor desempenho do Ibovespa nesta sexta-feira, enquanto as ações ON da Estácio (ESTC3) tiveram ganho de 2,11%, a R$ 28,50. Fora do índice, Ser Educacional ON (SEER3) avançou 5,09%, a R$ 24,15.

 

No Senado, ministro da Educação exagera orçamentos 
do MEC e de universidades federais

Agência Lupa; 10/05
http://bit.ly/2VfXzKh

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, defendeu o contingenciamento de cerca de 30% nas despesas não obrigatórias das universidades federais, em audiência pública no Senado. Em conversa com os parlamentares, ele disse que é preciso investir mais em educação básica e no ensino técnico do que na formação superior. Weintraub ainda prometeu levar o Brasil a alcançar a nota do Chile no Pisa, exame internacional que mede o desempenho dos estudantes. A Lupa checou algumas das falas do ministro.

 

Brasileiro só consegue vaga formal após os 28 anos
O Globo; 12/05
https://glo.bo/2JAZ1ER

O jovem brasileiro consegue o primeiro emprego com carteira assinada cada vez mais tarde. Em média, isso só acontece aos 28,6 anos, segundo levantamento da consultoria iDados a partir dos dados de 2017 da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), os mais recentes. A crise econômica dos últimos quatro anos agravou esse quadro. Entre 2006 e 2014, a idade média de ingresso no mercado formal girava em torno de 25 anos.

 

Artigo: Marco Lucchesi, 
presidente da Academia Brasileira de Letras | Desmonte (da educação)
O Globo; 12/05
https://glo.bo/2W7LrzL

“Tenho mais de 50 anos e nunca me senti tão vilipendiado como professor. Os reitores das universidades são tratados como agentes da desordem e do “marxismo cultural”. O ministério ameaçou corte de verba por motivos impensáveis a três universidades. Ao perceber que era inconstitucional, abriu fogo contra todos. Houve quem defendesse o fim do ensino da Filosofia e da Sociologia. Um argumento interessante para documentar a que ponto chegamos”.

 

 

Artigo | Professor(a) não pode ser filmado e exposto em redes sociais
Brasil De Fato; 10/05
http://bit.ly/2Yv3SvH

Por Cláudio Silva: O presidente Jair Bolsonaro publicou em seu Twitter um vídeo feito por uma estudante filmando sua professora. Esta aluna é Secretária Geral do PSL (Partido Social Liberal, o mesmo do presidente) em um município do interior de São Paulo. Segundo Bolsonaro, com base no vídeo, professores estariam “doutrinando” alunos e não ensinando. Políticos e gestores ultraconservadores têm provocado alunos a filmarem seus professores durante as aulas, o que é ilegal. Além disso, as imagens são publicadas em redes sociais e grupos de Whatsapp, causando uma exposição indevida e ilegal dos docentes.

 

Proposta de fundo permanente 
para educação básica tramita no Senado

Senado Notícias; 10/05
http://bit.ly/2vWKaMY

Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que torna permanente o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), e garante a ampliação de recursos, aguarda parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Para relatar a matéria foi designado o senador Flávio Arns (Rede-PR).

 

 

Entidades do sistema S avaliam ir à Justiça 
contra decreto do governo

Folha de S. Paulo; 12/05
http://bit.ly/2JHPPhU

O governo Jair Bolsonaro deu o primeiro passo para abrir o que chama de caixa-preta do Sistema S. Decreto assinado pelo presidente obriga as entidades a detalhar gastos com salários e serviços prestados à sociedade. Pegas de surpresa, organizações do sistema reclamam da falta de diálogo. Três das nove entidades —Senai, Sesi e Sescoop— estudam questionar as normas na Justiça.

 

 

13 de maio: a história ignorada
Folha de S. Paulo; 13/05
http://bit.ly/2LHOH0y

Todo dia 13 de maio é “celebrado” no Brasil o Dia da Abolição da Escravatura. Neste ano, o marco chega a 131 anos de existência, mas, ao contrário do que parece à primeira vista, não há motivos para comemoração. Infelizmente, não há o que comemorar. Os fatos mostram a violência estatal, constante contra a população negra, utilizando a roupa benevolente da concessão de liberdade, mas que, na verdade, castigava de modo visceral milhões de pessoas, com efeitos perceptíveis ainda nos dias atuais, nas suas respectivas gerações.

 


13 de maio: 
como dois Estados brasileiros aboliram a escravidão antes de 1888

BBC; 13/05
https://bbc.in/2HiVUPg

Em 30 de agosto 1881, um grupo de jangadeiros responsáveis pelo embarque de mercadorias no porto da capital da província do Ceará entrava em greve. Liderados por José Luís Napoleão, um escravo liberto que comprara a própria liberdade – e a de quatro irmãs – com suas economias, e por Francisco José Nascimento, filho de pescadores da cidade de Aracati, eles se recusavam a transportar os negros escravizados que seriam levados dali para outras províncias. A escravidão no Brasil, entretanto, se mantinha – ainda que sob uma oposição crescente da opinião pública, em parte influenciada pelo abolicionismo nos EUA e em diversos outros países, e diante da resistência dos escravizados contra a exploração de seu trabalho e a violência. O simbolismo da insurreição dos jangadeiros correu o Império.

 

‘Priorizar o gasto em educação básica ou ensino superior?’ 
Especialistas analisam o assunto

Estadão; 09/05
http://bit.ly/2vUg4tB

O modelo de financiamento do ensino público entrou novamente em pauta no debate nacional após o Ministério da Educação (MEC) congelar recursos de universidades federais e os repasses ao ensino básico. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, comparou o custo de alunos de graduação ao de uma vaga em creche e afirmou que os cortes de verbas no ensino superior estão atrelados ao plano do governo de eleger a educação básica como prioridade. Para discutir o tema, o Estado convidou três especialistas com experiência em administração pública e financiamento da Educação. O governo federal precisar escolher entre priorizar gastos na educação básica ou no ensino superior? Há alternativas para financiar o ensino superior federal? Foram essas as questões centrais colocadas a Fernando Schüler, Maria Helena Castro e Renato Janine Ribeiro.