Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de
Ensino de Presidente Prudente e Região

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

 
 

 


Cobertura especial sobre a Reforma da Previdência:


Artigo | Reforma da Previdência: modelo chileno é alerta aos brasileiros
Fepesp; 21/02
http://bit.ly/2Eq07R6

Por Silvia Barbara: Para trabalhadores da chamada “classe média”, a capitalização individual pode parecer tentadora. Afinal, esse estrato social contribui por mais tempo, já que está menos vulnerável à informalidade ou dispõe de recursos para manter a contribuição ao longo dos anos. Não é tão simples assim. Em primeiro lugar, a capitalização individual elimina o caráter de solidariedade presente no sistema de repartição. Além disso, o fato de um trabalhador contribuir para sua própria aposentadoria não é garantia de que estará assegurada mais tarde. É o que está acontecendo no Chile. Passados 38 anos da adoção do regime de capitalização individual, a experiência chilena revelou-se um enorme fracasso.

A PEC 6/2019 e a destruição da previdência e da assistência social
Fepesp; 21/02
http://bit.ly/2EmZ8Rl

Por José Geraldo de Santana Oliveira: A não ser que se desencadeie, de imediato, vigorosa mobilização social, com a mesma dimensão das que tiveram lugar durante o processo constituinte de 1987 e 1988, o dia 20 de fevereiro de 2019 passará à história como aquele em que se encomendou e se contratou a morte da seguridade social, que se caracteriza como a estrutura fundante da ordem social democrática, implantada pela Constituição Federal (CF) de 1988.

Professores se aposentarão com mais idade e redução no benefício
Extra Classe; 22/02
http://bit.ly/2GTicsi

No conjunto da reforma da Previdência de Bolsonaro, a mulher é a que mais será atingida. Professoras e funcionárias de escola que ingressarem após a reforma terão maior aumento na idade para poder se aposentar, de 50 para 60 anos no caso das professoras e de 55 para 62 no caso de funcionárias de escola. Para homens, a PEC aumenta em 5 anos a idade mínima, tanto para professores (de 55 para 60) quanto para funcionários (de 60 para 65). O tempo mínimo de contribuição será de 30 anos para professores(as) (80% da média das contribuições) e, para funcionários(as), 25 (79% da média das contribuições).

Proposta de reforma da Previdência
deve gerar questionamentos jurídicos

Folha de S. Paulo; 21/02
http://bit.ly/2E2xeJb

As novas regras da Previdência deverão gerar questionamentos jurídicos no Legislativo e ações na Justiça, ainda que com pouca chance de alteração de pontos defendidos pelo governo, dizem advogados. Na tramitação, pode-se alegar que as diferenças de idade de aposentadoria para homens e mulheres ferem o princípio de igualdade da Constituição.

Centrão quer bloquear tramitação da nova Previdência
até mudar articulação política do Planalto

Folha de S. Paulo; 21/02
http://bit.ly/2GDE9ft

A chegada da reforma da Previdência ao Congresso aumentou o passe de partidos de centro e centro-direita que estão alijados das negociações com o Planalto. Na noite anterior à entrega da proposta, dirigentes dessas legendas acordaram que, até que o governo abra os ouvidos ao Parlamento, não há chance de a reforma avançar. Os mais insatisfeitos advogam que a Câmara só comece a debater o texto depois de Jair Bolsonaro expor o projeto que vai tratar da aposentadoria dos militares.

Transição torna aposentadoria pelo teto do INSS quase inacessível
Folha de S. Paulo; 22/02
http://bit.ly/2EprgDu

A reforma da Previdência praticamente acaba, no período de transição para as novas regras, com a aposentadoria pelo teto do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), que neste ano é de R$ 5.839,45. Quem sempre teve salários maiores do que o limite determinado anualmente pelo governo não chega a uma média salarial no teto. O novo cálculo proposto pela gestão Jair Bolsonaro (PSL) deixa esse valor ainda mais distante dos trabalhadores.



 




Sexta-feira, 22 de fevereiro. No boletim de hoje:
Cobertura especial: Reforma da Previdência | Modelo chileno é alerta aos brasileiros | A destruição da previdência e da assistência social | Professores se aposentarão com mais idade e redução no benefício | Transição torna aposentadoria pelo teto do INSS inacessível | Kroton avalia levar Saber à Nasdaq | IBGE: Estudantes da rede privada são maioria nas universidades públicas | Camisa 12 homenageia os Professores | Educação sobe 3,52% | Mulheres fazem ato coletivo no dia 08/03 | E mais.

 

 




Kroton avalia levar Saber à Nasdaq
Valor Econômico; 22/02
http://encurtador.com.br/hzAGR

A Kroton estuda fazer uma cisão da divisão de serviços educacionais da Saber, braço de educação básica da companhia, e abrir o capital desse negócio na Nasdaq, segundo o Valor apurou. A empresa independente ficaria com as operações de sistemas de ensino, livros didáticos e prestação de serviços para colégios.


Educação sobe 3,52%
e gera maior impacto de grupo no IPCA

EM; 21/02
http://bit.ly/2XiTjMg

Os reajustes das mensalidades escolares elevaram em 3,52% os gastos das famílias brasileiras com educação em fevereiro, segundo os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) divulgados nesta quinta-feira, 21, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Artigo | Escola sem Partido e devaneios do ministro:
educação chega à demência

Carta Capital; 21/02
http://bit.ly/2GYenCi

Por Fred Melo Paiva: O novo Escola sem Partido certamente encontrará guarida no Ministério da Educação, sob o comando de Ricardo Vélez Rodríguez, um teólogo, filósofo e professor que, embora nascido na Colômbia, parece oriundo do mesmo universo paralelo de onde saiu Beatriz Kicis, ambos em guerra contra inimigos imaginários como o “marxismo cultural”. Indicado por Olavo de Carvalho, Rodríguez integra a ala psicodélica do governo, onde perfilam também o chanceler Ernesto Araújo e a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos Damares Alves.



 



IBGE: Estudantes da rede privada
são maioria nas universidades públicas

Rondônia Ao Vivo; 20/02
http://bit.ly/2IIv9I7

Os comparativos entre os números das redes pública e privada de ensino revelam um abismo entre ambos. Enquanto 79,2% dos alunos das escolas particulares ingressam na faculdade, o índice cai para 36% entre as escolas públicas. O diferencial entre as redes de ensino foi mantido para as pessoas de 18 a 24 anos e de 25 a 44 anos de idade – e foi cerca de 2,4 vezes maior. Os dados são parte da Síntese de Indicadores Sociais 2018, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na compilação, é considera como “taxa de ingresso” o percentual da população com pelo menos o ensino médio completo que iniciou o ensino superior.

 

 




Samba-Enredo 2019: Camisa 12 homenageia os Professores
Sinpro ABC; 21/02
http://bit.ly/2GXwWWX

O Sindicato dos Professores do ABC visita quadra da escola para conferir o ensaio e conhecer a história da Escola.