Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de
Ensino de Presidente Prudente e Região

NOTÍCIAS DO DIA
Mais demissões no MEC; Servidores da Educação de Goiás em greve; Golpe de 1964 e História; E mais.

sexta-feira, 5 de abril de 2019

 

 

Ensino Superior: saúde e salário andam juntos – fiscalize!
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Palavra de Banqueiro: Proposta de reforma é ‘muito boa’, diz Bracher
Estadão; 05/04
http://bit.ly/2UhhAon

A proposta de reforma da Previdência elaborada pela equipe econômica, cuja minuta foi divulgada na segunda-feira pelo Broadcast e pelo portal do Estadão, foi bem recebida pelo mercado financeiro em geral. “Sem entrar no mérito da idade mínima, a dimensão da minuta da reforma da Previdência é muito boa”, disse o presidente do Itaú Unibanco, Cândido Bracher. A dúvida entre os analistas é quanto da proposta ficará de pé após ser submetida ao presidente Jair Bolsonaro e ao Congresso. Uma das principais polêmicas do texto é exatamente a idade mínima, fixada em 65 anos para homens e mulheres. Apesar de defender a ideia, o próprio ministro da Economia, Paulo Guedes, reconheceu ontem que essa não é a posição de Bolsonaro, que defende uma idade menor para as mulheres.

 

Reforma da Previdência: Maná para os bancos 
Isto É; 22/03
http://bit.ly/2HYHnuN

Todas as propostas de reforma da Previdência incluíram um pilar de capitalização. Nele, o trabalhador da ativa faz uma poupança, voluntária ou compulsória. Na hora de receber o benefício, o capital acumulado e seus rendimentos ajudam a compor o saldo, reduzindo a carga sobre os trabalhadores na ativa. Esse modelo é visto como virtuoso por dois motivos. O primeiro, macroeconômico, é que ele permitirá a geração de poupança de longo prazo. O segundo, microeconômico, é dar ao trabalhador as melhores alternativas para seu dinheiro, estimulando uma cultura de poupança. No entanto, há algumas dificuldades. Segundo Mauro José da Silva, diretor técnico da Unafisco, a associação dos auditores fiscais da Receita Federal, a proposta de capitalização vai gerar negócios polpudos para os bancos.

 


Servidores da Educação entram em greve em Goiás
G1; 03/04
https://glo.bo/2YKg4tg

Os servidores da Educação em Goiás entraram em greve na manhã desta quarta-feira (3), segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego). A categoria cobra do governo o pagamento dos salários atrasados de dezembro, tanto para os trabalhadores ativos quanto para os aposentados.


Sinpro Campinas | Como ficam os professores da rede privada
com a Reforma da Previdência?

Sinpro Campinas; 04/04
http://bit.ly/2U3O3cQ

Jair Bolsonaro e o seu Ministro da Economia, Paulo Guedes, já anunciaram em que a Reforma da Previdência é a prioridade do Governo. Atualmente, o projeto tramita na CCJ (Comissão de Constituição, Cidadania e Justiça) da Câmara dos Deputados. O movimento sindical defende que a “reforma” será totalmente prejudicial aos trabalhares e principalmente às trabalhadoras. Entre as injustiças que o projeto prevê, os professores e professoras perderão o direito da aposentadoria especial como é hoje. Entenda como ficará a aposentadoria dos professores da rede privada de ensino.

 

Sinpro SP | Audiência pública discute impactos
da reforma previdenciária para os professores

Sinpro São Paulo; 04/04
http://bit.ly/2TYw8UL

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realizou, no dia 04 de abril, audiência pública para discutir os reflexos da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 06/2019 para os docentes, a pedido da deputada federal Rosa Neide (PT/MT). Foram convidados a falar entidades nacionais que representam professores da rede pública e privada: a Contee, entidade que reúne sindicatos e federações de trabalhadores das escolas particulares; o Proifes, das universidades e escolas federais e a CNTE, confederação dos professores estaduais e municipais. A audiência também contou com a presença de Luís Alberto dos Santos, pelo Diap, e Alessandro Roosevelt Silva Ribeiro, representando o Ministério da Economia.

 

 

Assessor especial e chefe de gabinete 
de Ricardo Vélez no MEC são demitidos

O Globo; 04/04
https://glo.bo/2HZDHsD

A onda de demissões no alto escalão do Ministério da Educação (MEC) continua, tornando cada vez mais evidente a diminuição do poder do ministro, Ricardo Vélez Rodriguez, na pasta. Nesta quinta-feira (4), foi publicada no Diário Oficial da União a exoneração do assessor especial de Vélez, Bruno Garschagen, e a de Josie de Jesus, chefe de gabinete do MEC — outro cargo muito próximo do ministro.

 

Defesa de 64 irrita militares, que pedem saída de Vélez do MEC
Folha de S. Paulo; 04/04
http://bit.ly/2UiszOc

Numa ironia, a defesa feita por um ministro da Educação de que os livros escolares precisam ensinar que 1964 não registrou um golpe irritou a cúpula militar e pode ser a gota d´água no seu processo de fritura. A Folha apurou que integrantes da ativa e do núcleo militar do governo Jair Bolsonaro acreditam que a afirmação feita na quarta (3) pelo ministro Ricardo Vélez sobre a narrativa histórica do golpe é apenas uma tentativa dele para manter-se no cargo. Eles farão chegar ao presidente Jair Bolsonaro que a paciência com o ministro acabou.

 


“A educação não pode esperar mais”
Valor Econômico; 05/04
http://bit.ly/2Da3R8j

A presidente da organização não governamental Todos pela Educação, Priscila Cruz, considera que não haverá “avanço significativo” na área da educação sem mudar a equipe atual do MEC, a começar pelo ministro Ricardo Vélez Rodríguez. “Não dá para esperar dessa equipe políticas públicas para melhorar a qualidade da educação”, disse ao Valor. O MEC tesido marcado por controvérsias desde janeiro e por avanço quase nulo em medidas concretas, segundo Priscila. “É um diversionismo forte, fruto da incompetência para formular políticas públicas. Uma equipe preparada não perde tempo fazendo o que já fizeram”, afirmou. Enquanto isso, não há proposta para o Fundeb, que expira em 2020 e precisa ser rediscutido agora.

 

Ken Robinson: “A educação se tornou uma indústria. 
Isso tem se mostrado um fracasso”

Gaúcha ZH; 05/04
http://bit.ly/2Ie2XL3

Ken Robinson, 69 anos, é um fenômeno na internet e você talvez nunca tenha ouvido falar dele. Em 2006, o consultor e escritor inglês proferiu aquela que se tornaria a conferência mais assistida da história na série TED – palestras de no máximo 18 minutos estreladas por profissionais de diversas áreas, com “ideias que valem a pena ser disseminadas”, como diz o slogan do projeto. Sua cifra é incrível: Do Schools Kill Creativity? (“As escolas matam a criatividade?”) – em que o autor, instigante e divertido, convida o público a refletir sobre o desestimulante sistema educacional e o desperdício de talentos – já teve mais de 56 milhões de visualizações.

 

Professores de todo o país terão que ter aulas de primeiros-socorros
Gazeta Online; 03/04
http://bit.ly/2K9DYeG

A partir desta sexta-feira (5), escolas públicas e particulares de todo o país terão de oferecer curso de primeiros-socorros para professores e funcionários. A lei federal foi sancionada em outubro do ano passado. As instituições tiveram o prazo de 180 dias para se adequarem. Entretanto, os sindicatos que representam os professores da rede pública e particular afirmam que até o momento nenhum docente recebeu treinamento.

 

 

Nota do Sintufrj em defesa da autonomia e da liberdade de expressão
Sintufrj; 04/04
http://bit.ly/2UviwEW

Tomamos conhecimento que a direção do Partido Social Liberal-PSL enviou um ofício ao reitor da UFRJ, professor Roberto Leher, exigindo a suspensão de um debate que conta, entre os convidados, com o deputado federal Marcelo Freixo, e que ocorrerá nas dependências da UFRJ. Se tal pleito já é absurdo por si só, o presidente do partido ainda tenta explicitamente chantagear o reitor da Universidade e faz ameaças em caso de não atendimento da “exigência”. O caso torna-se mais grave por tratar-se de ofício de autoria de um dirigente do partido do presidente da República. Não admitimos, em hipótese alguma, o cerceamento da democracia e da autonomia universitária. Repudiamos a tentativa de uma turba de saudosos da ditadura de criminalizar o debate público e ameaçar os gestores da UFRJ.

 

 


Golpe de 1964 foi pra impedir distribuição de renda,
afirma historiador Del Roio

Repórter Sindical; 05/04
http://bit.ly/2HZHhmz

O golpe de 1964 foi um ataque à distribuição de renda. A síntese é de José Luiz Del Roio, escritor, historiador e ex-senador entrevistado pelo Repórter Sindical na Web, quarta, dia 3, na TV Agência Sindical e TV Guarulhos (canal 3 da NET). Sua entrevista segue tradição da Agência Sindical de, a todo aniversário do golpe, apresentar programa de TV sobre o tema. Para o autor do livro “1º de Maio – Cem Anos de Lutas”, lançado em 1986, pela Cortez/Oboré, o ataque à renda se deu de duas formas. Ele explica: “Primeiro, pelo combate à reforma agrária, num tempo em que o trabalhador rural quase não tinha direitos e vivia em condições miseráveis. E pelo próprio arrocho salarial oficializado, acompanhado de repressão às entidades, que ficaram sem forças pra reivindicar”.

 

USP oferece curso de História do Brasil online e gratuito
Cursos Edu; 04/04
http://bit.ly/2I42gEW

A Universidade de São Paulo – USP é uma das mais famosas universidades do país, ela oferece mais de 200 cursos de graduação. Esse curso aborda a história do Brasil desde a época dos jesuítas até a Primeira República e conta com a participação de grandes professores.

 

UFSC oferece curso online e gratuito de Metodologia Científica
Cursos Edu; 04/04
http://bit.ly/2OScXLp

A Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC é a maior universidade do estado de Santa Catarina e através da plataforma de ensino Veduca, ela está oferecendo o curso de Metodologia Científica.